Para os que acompanham este blog, esta é com certeza uma nota introdutória indispensável.
Não abandonei este espaço nem tenciono fazê-lo, mas desde este post muita coisa mudou. Deixarei essas considerações para a devida altura, mas confesso que estou a viver um período pleno de realização a vários níveis.
O S. João, em parceria com a Câmara Municipal de Braga e a Caixa Geral de Depósitos, trouxeram Mariza ao aparentemente esquecido Estádio 1º de Maio numa noite amena.
Com o reconhecimento da fadista que numa época de crise é difícil as pessoas aderirem aos espectáculos, considero o valor dos bilhetes aceitável: 15€ zona VIP e 10€ bancada.
Ao nível da logística nada a apontar. Com hora de início marcada para as 22h, a fadista iniciou o espectáculo perto das 22h30 (estava eu a chegar à porta lateral de acesso ao interior do estádio) com algum público ainda para entrar.
O ambiente estava composto: o estádio mergulhado numa penumbra melosa, o topo da bancada composto,embora não se encontrasse cheio e a zona VIP repleta. Sem lugares marcados encontrámos duas cadeiras livres que esperavam por nós (este momento foi partilhado com Ela, claro).
Não consigo reproduzir, algumas horas depois do espectáculo, o alinhamento, mas como a própria afirmou tratar-se de uma promoção ao último álbum - Terra, a maioria dos fados provinham desse.
Acompanhada por músicos de elevada qualidade, não posso deixar de destacar a excelente prestação do executante de guitarra portuguesa Ângelo Freire (os demais Diogo Clemente (viola), Marino de Freitas (viola-baixo), Simon James (piano e trompete) e Vicky (percussões)).
O público foi brindado, tal como no concerto na London Union Chapel (refiro este porque tenho o DVD), com uma guitarrada e um momento protagonizado exclusivamente por Vicky na percussão.
O espectáculo terminou com o fado que levou Mariza às lágrimas no concerto ao ar livre junto à Torre de Belém: Ó Gente da Minha Terra, com a cantora a descer do palco para junto do público que calorosamente a recebeu nos braços. Entre abraços e beijos os músicos aguardaram na sombra do palco o mote para terminar o concerto que reservou aos presentes um pequeno espectáculo pirotécnico.
Esta foi certamente a primeira de muitas noites culturais que pretendo proporcionar-nos. Já estamos de olho no concerto da Diana Krall
Diz-me Ela, em jeito de voz da consciência, que devem ser escritas umas linhas sobre este Homem (Randy Pausch). Assinto com um trejeito de cabeça de quem já antes o tinha pensado mas não concretizado.
Oferece-me a sua modesta casa para que o faça, e aí estava lida a sentença: Fá-lo-ei por ti, por mim e por todos aqueles que por essa via possam ter acesso à palavra do Randy.
Tomo a liberdade, como já ficou claro, de o tratar pelo seu primeiro nome: afinal já nos conhecemos há algum tempo e até já o apresentei a vários Amigos.
J. depois de lhe apresentar Randy teve a gentileza de me oferecer, num episódio menos feliz da nossa amizade, aquela que deveria ser a leitura obrigatória para todos nós e em especial para os mais jovens: A Última Aula1.
Randy apresenta-se na sua página pessoal num único parágrafo que é um exacto resumo de si mesmo:
Randy Pausch is a Professor of Computer Science, Human-Computer Interaction, and Design at Carnegie Mellon, where he was the co-founder of Carnegie Mellon’s Entertainment Technology Center (ETC). He was a National Science Foundation Presidential Young Investigator and a Lilly Foundation Teaching Fellow. He has done Sabbaticals at Walt Disney Imagineering and Electronic Arts (EA), and consulted with Google on user interface design. Dr. Pausch received his bachelors in Computer Science from Brown University and his Ph.D. in Computer Science from Carnegie Mellon University. He is the author or co-author of five books and over 70 articles, is the director of the Alice (www.alice.org) software project, and has been in zero-gravity.
Dr. Pausch é aquele tipo de doutor que não trata as pessoas (assim dizia a sua Mãe). Certamente que não, mas teria todo o gosto de dizer à família que ensinou, e continua a ensinar com o seu legado, muita gente.
Formado em Ciências da Computação na Universidade de Brown e com doutoramento na mesma área na Universidade Carnegie Mellon, leccionava nesta o curso de Interacção Homem - Máquina e Design.
Parte do seu legado profissional é distribuído de forma gratuita e pode ser encontrado em www.alice.org. Read the rest of this entry »
A minha nova realidade profissional trouxe-me o contacto diário com o bem conhecido Sistema de Gestão de Base de Dados (SGBD) da Microsofot: Microsoft SQL Server.
Não é pretensão deste post tecer qualquer consideração sobre a comprovada qualidade deste motor, mas sim expôr uma situação no mínimo curiosa que, embora possa parecer irrelevante, representou um gasto de tempo de produção considerável.
Para os interessados em simular esta situação e para o decorrer deste post, propiciem um ambiente com a seguinte tabela:
A propósito de uma necessidade específica que sentimos em forum.semmais.com escrevi este pequeno módulo em JavaScript, tendo como objectivo diferenciar entre computadores e humanos.
A parca escrita nesta modesta casa deve-se exclusivamente à falta de tempo para o fazer.
Nota introdutória registada, esclareço os amantes da série House MD o porquê de Kal Penn (como Dr. Lawrence Kutner) ter terminado a sua participação na série. Kal Penn aceitou o convite da administração de Barack Obama para ocupar o cargo de Director Associado no Gabinete de Relações Públicas da Casa Branca.