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	<title>Comments on: As coisas mudaram</title>
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	<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 20:23:35 +0000</pubDate>
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		<title>By: PauloASilva</title>
		<link>http://blog.pauloasilva.com/as-coisas-mudaram/comment-page-1/#comment-356</link>
		<dc:creator>PauloASilva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 14:38:31 +0000</pubDate>
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		<description>@Carlos: Ao longo da minha instrução primária tive uma única Professora, de sua graça Clara.
Nos dias que correm isto é um acontecimento raro e digo-o com conhecimento. Tenho um irmão mais novo que experienciou durante os primeiros quatro anos de escolaridade 5 Professoras, chegando a ter, no mesmo ano, trocado mais do que uma vez.
Esta inconstância reflectiu-se numa debilidade extrema que o levou a enfrentar sérias dificuldades em níveis mais avançados.

Da experiência de acompanhar a educação do caçula, tive ainda o "privilégio" de o ver intimado a facultar os seus cadernos diários e a prestar declarações num processo instaurado por uma encarregada de educação. Segundo a queixosa a professora gritava com os meninos e exagerava nos trabalhos de casa.

O que se assistiu nos vários canais televisivos, e um pouco por toda a internet, é um trabalho de casa dos pais/encarregados de educação débil. É aí que começa a educação, hoje com regras muito ténues não vão os pais ser processados por agressão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Carlos: Ao longo da minha instrução primária tive uma única Professora, de sua graça Clara.<br />
Nos dias que correm isto é um acontecimento raro e digo-o com conhecimento. Tenho um irmão mais novo que experienciou durante os primeiros quatro anos de escolaridade 5 Professoras, chegando a ter, no mesmo ano, trocado mais do que uma vez.<br />
Esta inconstância reflectiu-se numa debilidade extrema que o levou a enfrentar sérias dificuldades em níveis mais avançados.</p>
<p>Da experiência de acompanhar a educação do caçula, tive ainda o &#8220;privilégio&#8221; de o ver intimado a facultar os seus cadernos diários e a prestar declarações num processo instaurado por uma encarregada de educação. Segundo a queixosa a professora gritava com os meninos e exagerava nos trabalhos de casa.</p>
<p>O que se assistiu nos vários canais televisivos, e um pouco por toda a internet, é um trabalho de casa dos pais/encarregados de educação débil. É aí que começa a educação, hoje com regras muito ténues não vão os pais ser processados por agressão.</p>
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		<title>By: Carlos Afonso</title>
		<link>http://blog.pauloasilva.com/as-coisas-mudaram/comment-page-1/#comment-355</link>
		<dc:creator>Carlos Afonso</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 13:36:41 +0000</pubDate>
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		<description>Eu ainda me lembro dos nomes das minhas professoras da primária, com excepção da professora da 1ª classe. A senhora era de origem goesa e era víuva há pouco tempo ficando muito tempo a chorar, quando isso sucedia ninguém se punha a fazer baderna, quando muito um aluno ou uma aluna ía buscar a directora ou o director o Sr. Santos. Depois e por ordem tive a D. Rosa, a D. Carlota e a D. Margarida.

Acho que não são só as altas esferas que têm que debater/discutir o assunto, essas têm vindo a fazê-lo nos últimos 50 anos e têm sendo andado a traz do carro, sem condutor, que está desgovernado a descer um declive.

Os pais têm claramente que pensar seriamente nos seus rebentos. Não basta providenciar os bens materiais é necessário algo mais.

Também é necessário uma esperança de um futuro melhor e não um futuro tirado à imagem da geração dos 500 euros ou da massa chinesa (algo ainda pior).

É necessário que se queira aprender e aprender a aprender.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu ainda me lembro dos nomes das minhas professoras da primária, com excepção da professora da 1ª classe. A senhora era de origem goesa e era víuva há pouco tempo ficando muito tempo a chorar, quando isso sucedia ninguém se punha a fazer baderna, quando muito um aluno ou uma aluna ía buscar a directora ou o director o Sr. Santos. Depois e por ordem tive a D. Rosa, a D. Carlota e a D. Margarida.</p>
<p>Acho que não são só as altas esferas que têm que debater/discutir o assunto, essas têm vindo a fazê-lo nos últimos 50 anos e têm sendo andado a traz do carro, sem condutor, que está desgovernado a descer um declive.</p>
<p>Os pais têm claramente que pensar seriamente nos seus rebentos. Não basta providenciar os bens materiais é necessário algo mais.</p>
<p>Também é necessário uma esperança de um futuro melhor e não um futuro tirado à imagem da geração dos 500 euros ou da massa chinesa (algo ainda pior).</p>
<p>É necessário que se queira aprender e aprender a aprender.</p>
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