Segundo estatísticas da StatCounter o Firefox é o browser mais utilizado na europa com 39,39 da quota do mercado dos browsers.
De acordo com Aodhan Cullen, director-executivo da empresa de estatística não se trata de um crescimento efectivo do Firefox, mas sim do decréscimo de utilizadores de Internet Explorer, que, maravilhados com o Google Chrome, mudaram para este último.
Estes dados fizeram-me lembrar a resposta do Arturo Buanzo, quando questionado sobre a disponibilidade para Google Chrome da sua extensão Enigform, no Training Day da IBWAS’10 (por não conseguir reproduzir as palavras exactas não à lugar a citação):
Não me interessa o Chrome.
Não se esqueça que o Firefox surgiu como uma alternativa gratuita e open source numa altura em que o IE mandava.
Devemos-lhe isso.
Hoje cedo tinha pensado exactamente no que o Buanzo havida dito, quando dei por mim com 4 pin tabs e há horas agarrado ao Google docs através do qual trabalhamos colaborativamente e à distância os projectos do mestrado.
Efectivamente o V8 da Google conferiu ainda mais potencial a esta suite office. Numa relação causa efeito a dependência das soluções web da Google garantem/propiciam a dependência do seu browser.

