Mais uma vez tudo acontece momentaneamente. Um período onde tudo em meu redor girava rapidamente e naquele instante procurava um “espaço para mim”. Sentado no banco do jardim, olhei para o céu enquanto estendia simultaneamente os membros inferiores e superiores. Um dia onde o sol estava tímido e fazia-se acompanhar por uma leve brisa que pairava no ar.
Novamente, envolvido por todo este clima, surgiram umas simples quadras:
Todos estranhamos a sua ausência,
mas adoramos quando acorda bem-disposto.
Contemplamos a sua permanência,
e os mais românticos aproveitam o oposto.
É representado pelo amarelo;
É desenhado por qualquer criança;
É adorado por qualquer “marmelo”;
É quem provoca uma boa infância.
Faz-se acompanhar pelo azul tornesol,
arrastando consigo a limpeza.
Os alentejanos escondem-se dele para beber o seu tintol
desfrutando da sua pureza.
